quinta-feira, 19 de agosto de 2010


you is not my only exception!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

terça-feira, 17 de agosto de 2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

"Possuo duas armas infalíveis para exercer mi­nha arte, a primeira é a minha inquestionável superioridade, física, intelectual, e social, que arrasa totalmente meu adversário e me torna invulnerável a qualquer tipo de ata­que, a segunda é que estou pouco me lixando para tudo e não tenho vergonha de nada"

domingo, 15 de agosto de 2010

Pink me entenderia!


I don't know if I can yell any louder
How many times have I kicked you outta here?
Or said something insulting?
da da da da-da

I can be so mean when I wanna be
I am capable of really anything
I can cut you into pieces
When my heart is... broken

Da da da-da da
Please don't leave me
Please don't leave me
I always say how I don't need you
But it's always gonna come right back to this
Please, don't leave me

How did I become so obnoxious?
What is it with you that makes me act like this?
I've never been this nasty
Can't you tell that this is all just a contest?
The one that wins will be the one that hits the hardest
But baby I don't mean it
I mean it, I promis.

Pink - Please don't leave me

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Muito.

O que ela quer é falar de amor.
Fazer cafuné, comprar presente,
reservar hotel pra viagem,
olhar estrela sem ter o que dizer.
Quer tomar vinho e olhar nos olhos.
Ela quer poder soprar o que mora dentro,
o que não cabe,
que voa inocente e suicida.
Ela quer o que não tem nome.
Quer rir sem saber de quê,
passar horas sem notar,
quer o silêncio e a falação.
Ela quer bobagem.
Quer o que não serve pra nada.
Quer o desejo, que é menos
comportado que a vontade.
Ela quer o imprevisto,
a surpresa,
o coração disparado,
o medo de ser bom.
Quer música,
barulho de e-mail na caixa,
telefone tocando.
Ela tem muito e quer mais.
Quer sempre.
Quer se cobrir de eternidade,
quer o oxigênio do risco
pra ficar sempre menina.
Ela quer tremer as pernas,
beijo no ponto de ônibus
e a milésima primeira vez.
Quer cor e som,
lembrança de ontem,
sorriso no canto da boca.
Ela quer dar bandeira.
Quer a alegria besta de quem não tem juízo.
O que ela quer é tão simples.
Só que ela não é desse mundo.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010








E, de qualquer forma, às cegas, às tontas, tenho feito o que acredito, do jeito talvez torto que sei fazer.


Caio Fernando Abreu.